terça-feira, 18 de outubro de 2011
"Quero me esconder da hipocrisia, me desviar da mentira e passar batido de fofoqueiro, reciclar minha audição, aprimorar minha visão me desligar da maldade que alguns sorrisos escondem. Não, não tenho medo, existe muita coragem dentro de mim, mas eu posso fazer escolhas, e eu escolhi não me deixar contaminar."
A Fábula do Porco-espinho
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.
Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Rótulos?? Sinto muito, mas não possuo.
Se é gorda, não serve. Se é magra demais, não serve. Se é baixinha, ela não te alcança. Se é alta, fica feio. Se é gostosa, é fútil. Se não tem peito e bunda, é reta. Se é nerd, é chata. Se não é estudiosa, é burra. Se tem ídolos, é infantil. Se não tem, nunca vai ser nada, porque não tem em quem se espelhar. Se fala “eu te amo” toda hora, é falsa. Se não fala “eu te amo”, é fria. Se é fechada, é sem papo. Se se aproxima, fala demais. Se sorri demais, é mentira. Se chora demais, é exagero. Se é rico, é metido. Se é pobre, é coitado. Se é engraçado, quer se mostrar. Se é quieto, é sem graça. Se beija demais, não sabe se respeitar. Se não beija todo mundo, é idiota. Se tem tatuagens/piercings, é revoltado. Se não tem, é sem personalidade. Se ultrapassa as regras, não tem postura. Se não ultrapassa, é certinho. Se não fala, é antipático. Se fala, está afim. "
Então, seja o que você quiser. Nada vai estar bom para a sociedade mesmo.
Rótulos são para Geléias.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza?
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida? Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. (…) Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida.
(Arnaldo Jabor)
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
..Algumas paranóias, mas nada de grave...
Eu me sinto às vezes tão frágil, queria me debruçar em alguém, em alguma coisa... Alguma segurança...
Invento historinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força... Mas a sensação de estar sozinho não me larga... Algumas paranóias, mas nada de grave... O que incomoda é esta fragilidade, essa aceitação, esse contentar-se com quase nada... Estou todo sensível, as coisas me comovem...
Invento historinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força... Mas a sensação de estar sozinho não me larga... Algumas paranóias, mas nada de grave... O que incomoda é esta fragilidade, essa aceitação, esse contentar-se com quase nada... Estou todo sensível, as coisas me comovem...
(Caio F. Abreu)
Desabafos: "Amor!Sensata loucura, sufocante amargura,vivi...
Desabafos: "Amor!
Sensata loucura,
sufocante amargura,
vivi...: "Amor! Sensata loucura, sufocante amargura, vivificante doçura..." (Shakespeare)
Sensata loucura,
sufocante amargura,
vivi...: "Amor! Sensata loucura, sufocante amargura, vivificante doçura..." (Shakespeare)
Eu aprendi... ...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Se nada disso funcionar ...
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...
Goste de música e de sexo, goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora.
Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ...me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.
Me rapte! Se nada disso funcionar ...
Experimente me amar!
Me rapte! Se nada disso funcionar ...
“Gosto de quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso.
Da minha prole. Dos meus discos. Dos meus livros. Da minha solidãozinha. Dos meus blues. Do meu umbigo. De unhas cor de carmim. De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias em branco. De chuva e de sol. Eu guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome deles. Eu sou mole demais por dentro pra deixar todo mundo ver. Eu deixo pra quem eu acho que pode comigo. Ninguém sabe.
Da minha prole. Dos meus discos. Dos meus livros. Da minha solidãozinha. Dos meus blues. Do meu umbigo. De unhas cor de carmim. De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias em branco. De chuva e de sol. Eu guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome deles. Eu sou mole demais por dentro pra deixar todo mundo ver. Eu deixo pra quem eu acho que pode comigo. Ninguém sabe.
Mas eu tenho coração de moça.”
terça-feira, 13 de setembro de 2011
"Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências... Desistir, ainda que não pareça, foi meu grande gesto de coragem"
Cah Morandi
Espia lá... http://www.facebook.com/BlogChocolateComPimenta
Viva meu bom e velho all star e que fodam-se os IDIOTAs!!
•█•.°.•Ø£hö§ ðë Gµë¡xå •.°.•█•.°: Nem todas as princesas, usam vestidos chiques, cor...:
Nem todas as princesas, usam vestidos chiques, coroas e sapatos de cristal .
Muitas estão escondidas por ai, usando seu all star velho, co...
Nem todas as princesas, usam vestidos chiques, coroas e sapatos de cristal .
Muitas estão escondidas por ai, usando seu all star velho, co...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Preciso trocar meu Coração ou Meu cerebro
Sempre tentei ao extremo levar tudo na racionalidade, e quando percebia que o coração começava a tomar conta, me afastava, trancava tudo que podia e o que não podia, era e continua sendo minha forma de proteção, ainda levo na racionalidade mas estou chegando ao extremo, tudo que prendi aqui dentro ta saltando pra fora, melhor querendo sair, não sei até quando vou aguentar, afinal sou uma racional incalculável bem extremista confesso, sei que isso ainda vai me fazer muito mal, mas ainda assim prefiro a racionalidade do que a magoa, a dor e o sofrimento explicito daquela coisa que bate aqui dentro de mim e que faz meu sangue circular, se pudesse viveria sem meu coração, mas infelizmente a tecnologia que substitui um coração é precária.
O tormento na minha mente é grande, mas ainda consigo me conter, não me julgue por simplesmente não botar pra fora tudo isso, já sofri desilusões o bastante pra voltar a passar por isso de novo, minhas lágrimas já rolaram sim, em um passado muito distante, agora elas já não saem mais, já secaram e por mais que eu tente e force tentando de certa forma me livrar, elas não saem, estão trancadas, creio que pra todo sempre. A agonia aqui dentro continua, eu prometi não me afastar dessa vez, e por mais que certas atitudes me machuquem eu não vou, afinal foi uma promessa. Mas não estranhe se eu me tornar um pouco diferente, afinal por mais que eu não demonstre a minha fraqueza e a minha fragilidade, não significa que bem no fundo eu não me machuque e não me magoe.
Sim, eu sei que cultivo esperanças, mas elas estão bem, mas bem escondidinhas lá no fundo, para que quase ninguém perceba, talvez nem mesmo quem já deveria ter percebido a um bom tempo. Tenho três alternativas, esperar pra saber até que ponto realmente eu consigo viver assim, me afastar de vez, guardando pra mim tudo isso, ou me jogar de vez arriscando demonstrar meus sentimentos...
O que vai valer a pena eu ainda não sei, mas uma vez a racionalidade toma conta de mim e me prende, por outro lado, eu quero que tudo mais se exploda inclusive a razão, a qual me domina instintivamente sem dó nem piedade.Por: Hélen Gomes
domingo, 17 de julho de 2011
Cada dia renova, gera uma expectativa....
uma ânsia pelo que vai ser bom,
mas nem sempre acontece, às vezes...
rola uma decepção... e algumas vezes...forte decepção.... mas o que fazer??
Você sai de casa esperando o melhor e ajuda a todos pra isso acontecer,mas o que os outros pensam antes de sairem de suas casas??
(de: Mateus > doro-te!!:)
uma ânsia pelo que vai ser bom,
mas nem sempre acontece, às vezes...
rola uma decepção... e algumas vezes...forte decepção.... mas o que fazer??
Você sai de casa esperando o melhor e ajuda a todos pra isso acontecer,mas o que os outros pensam antes de sairem de suas casas??
(de: Mateus > doro-te!!:)
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Desassossego
À raça dos desassossegados pertencemos todos, negros e brancos, ricos e pobres, jovens e velhos, desde que tenhamos como característica desta raça comum, a inquietação que nos torna insuportavelmente exigentes com a gente mesmo e a ambição de vencer não os jogos, mas o tempo, este adversário implacável.
Desassossegados do mundo correm atrás da felicidade possível, e uma vez alcançado seu quinhão, não sossegam: saem atrás da felicidade improvável, aquela que se promete constante, aquela que ninguém nunca viu, e por isso sua raridade.
Desassossegados amam com atropelo, cultivam fantasias irreais de amores sublimes, fartos e eternos, são sabidamente apressados, cheios de ânsias e desejos, amam muito mais do que necessitam e recebem menos amor do que planejavam.(inverto-me nisso planejo receber menos..melhor ter surpresas do que decepções!)
Desassossegados pensam acordados e dormindo, pensam falando e escutando, pensam ao concordar e, quando discordam, pensam que pensam melhor, e pensam com clareza uns dias e com a mente turva em outros, e pensam tanto que pensam que descansam.
Desassossegados não podem mais ver o telejornal que choram, não podem sair mais às ruas que temem, não podem aceitar tanta gente crua habitando os topos das pirâmides e tanta gente cozida em filas, em madrugadas e no silêncio dos bueiros.
Desassossegados vestem-se de qualquer jeito, arrancam a pele dos dedos com os dentes, homens e mulheres soterrados, cavando uma abertura, tentando abrir uma janela emperrada, inventando uns desafios diferentes para sentir sua vida empurrada, desassossegados voltados pra frente.
Desassossegados desconfiam de si mesmos, se acusam e se defendem, contradizem-se, são fáceis e difíceis, acatam e desrespeitam as leis e seus próprios conceitos, tumultuados e irresistíveis seres que latejam.
Desassossegados têm insônia e são gentis, lhes incomodam as verdades imutáveis, riem quando bebem, não enjoam, mas ficam tontos com tanta idéia solta, com tamanha esquizofrenia, não se acomodam em rede, leito, lamentam a falta que faz uma paz inconsciente.
Desta raça somos todos, eu sou, só sossego quando me aceito!
Desassossegados vestem-se de qualquer jeito, arrancam a pele dos dedos com os dentes, homens e mulheres soterrados, cavando uma abertura, tentando abrir uma janela emperrada, inventando uns desafios diferentes para sentir sua vida empurrada, desassossegados voltados pra frente.
Desassossegados desconfiam de si mesmos, se acusam e se defendem, contradizem-se, são fáceis e difíceis, acatam e desrespeitam as leis e seus próprios conceitos, tumultuados e irresistíveis seres que latejam.
Desassossegados têm insônia e são gentis, lhes incomodam as verdades imutáveis, riem quando bebem, não enjoam, mas ficam tontos com tanta idéia solta, com tamanha esquizofrenia, não se acomodam em rede, leito, lamentam a falta que faz uma paz inconsciente.
Desta raça somos todos, eu sou, só sossego quando me aceito!
Martha Medeiros
"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia".
Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre.
A vida não pode ser economizada para amanhã.
Acontece sempre no presente!!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Alô? Alguém viu algum humano por aí? Daqueles com nervos, defeitos e que fazem xixi no mato?
Não sei se é um fenômeno localizado ou se o vírus da exigência se espalhou descontroladamente. Algo me diz que estamos vivendo o auge de de uma febre yuppie intelectual passiva. As pessoas não tomam mais vinho de garrafão; espumante? Nem pensar, ou é prosseco ou melhor água mesmo – não da torneira, claro. Até a velha e boa pinguinha tem que ter grife ou pedigree. A exigência é tanta que se espalha até pelos sanitários: ui, acabei de ofender os toaletes. Banheiros, então... datou. Se não for lustroso, perfumado e com sabonete líquido, não serve. Parece que foi outro dia que as pessoas agachavam ali no matinho e pronto! Mas agora não! O carro tem que ter ar-condicionado, o aplicativo tem que ser baixado em sua última versão, as mulheres têm que ser esculpidas e barriga chega a ser ofensa.
A exigência é progressiva e viciante. Nada está bom, nunca. Antes fossem apenas os chefes os seres picados por esse mosquitinho, mas hoje tem marido, amigo, vizinho e até estagiário fazendo cara de nojinho pra você. Foto com celular e não é Hipstamatic? Hello? A fila anda! As vezes parecemos um bando de gente torcendo o nariz para a coxinha no almoço sem nos darmos conta de que estamos na rodoviária! Todo mundo é fino, limpo, equilibrado e aspirante a conde.
Depois as pessoas não sabem por que brigam no trânsito. Por algum lugar tem que sair a humanidade que há em nós. Ainda bem que na intimidade todo mundo sente o cheiro do seu próprio peido!!
por> http://revistatpm.uol.com.br/blogs/euliatulias
A exigência é progressiva e viciante. Nada está bom, nunca. Antes fossem apenas os chefes os seres picados por esse mosquitinho, mas hoje tem marido, amigo, vizinho e até estagiário fazendo cara de nojinho pra você. Foto com celular e não é Hipstamatic? Hello? A fila anda! As vezes parecemos um bando de gente torcendo o nariz para a coxinha no almoço sem nos darmos conta de que estamos na rodoviária! Todo mundo é fino, limpo, equilibrado e aspirante a conde.
Depois as pessoas não sabem por que brigam no trânsito. Por algum lugar tem que sair a humanidade que há em nós. Ainda bem que na intimidade todo mundo sente o cheiro do seu próprio peido!!
por> http://revistatpm.uol.com.br/blogs/euliatulias
O medo
Posso me apaixonar por você? Me avisa?
Posso me apaixonar por você? Ou será que daqui a um ano você vai ser acometido por uma vontade incontrolável de ir para a Índia sozinho? Posso me apaixonar por você? Ou será que você vai me contar, de um jeito cortante, que não teria filhos comigo?(até ai tudo bem..prefiro adotar) Ou, pior, que na verdade não vai mais se separar pra ficar comigo... Quebrar a cara faz parte, mas depois de um tempo... dá uma preguiça. Dá vontade de antever os pormenores, acelerar a história um tempinho, só pra saber (assim, de leve, como quem não quer nada) se vale a pena regar aquele friozinho na barriga que começa a brotar ali. Depois de alguns calos adquiridos se jogando na vida (sem medo), o medo começa a fazer parte. Tão inevitável como as rugas e os fios brancos. Mandou flores? Disse que ama? Xiiiiii... A voz da sua avó se faz presente: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”. E você começa a pensar que algo de podre deve, em breve, aparecer. Ou, pior, desaparecer. Como aquele ser doce que faz um sexo de arrepiar a espinha, manda flores e adora a ideia de ir junto com você para o Peru, mas, inexplicavelmente, vai dar um rolê ali em Springfield e... nunca mais volta, nunca mais responde uma mensagem ou passa para buscar o iPod que ficou no criado mudo do lado de lá da cama. Medo.
Alguém avisa para a turma da família Homer Simpson que mensagens foram feitas para serem respondidas, verdades foram feitas para serem ditas e juras (puts), juras foram feitas para serem cumpridas? Todo e qualquer sujeito que desrespeite essas regras deve saber que está, consciente ou inconscientemente, matando uma mulher por aí. Ou, no mínimo, prejudicando um futuro amor que poderia ser lindo, poderia ser inteiro, mas não virou porque a moça amedrontada colocou o rapaz na categoria Homer e chutou ele para Springfield sem perceber que ele não era dali.
por > http://revistatpm.uol.com.br/blogs/euliatulias
Posso me apaixonar por você? Ou será que daqui a um ano você vai ser acometido por uma vontade incontrolável de ir para a Índia sozinho? Posso me apaixonar por você? Ou será que você vai me contar, de um jeito cortante, que não teria filhos comigo?(até ai tudo bem..prefiro adotar) Ou, pior, que na verdade não vai mais se separar pra ficar comigo... Quebrar a cara faz parte, mas depois de um tempo... dá uma preguiça. Dá vontade de antever os pormenores, acelerar a história um tempinho, só pra saber (assim, de leve, como quem não quer nada) se vale a pena regar aquele friozinho na barriga que começa a brotar ali. Depois de alguns calos adquiridos se jogando na vida (sem medo), o medo começa a fazer parte. Tão inevitável como as rugas e os fios brancos. Mandou flores? Disse que ama? Xiiiiii... A voz da sua avó se faz presente: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”. E você começa a pensar que algo de podre deve, em breve, aparecer. Ou, pior, desaparecer. Como aquele ser doce que faz um sexo de arrepiar a espinha, manda flores e adora a ideia de ir junto com você para o Peru, mas, inexplicavelmente, vai dar um rolê ali em Springfield e... nunca mais volta, nunca mais responde uma mensagem ou passa para buscar o iPod que ficou no criado mudo do lado de lá da cama. Medo.
Alguém avisa para a turma da família Homer Simpson que mensagens foram feitas para serem respondidas, verdades foram feitas para serem ditas e juras (puts), juras foram feitas para serem cumpridas? Todo e qualquer sujeito que desrespeite essas regras deve saber que está, consciente ou inconscientemente, matando uma mulher por aí. Ou, no mínimo, prejudicando um futuro amor que poderia ser lindo, poderia ser inteiro, mas não virou porque a moça amedrontada colocou o rapaz na categoria Homer e chutou ele para Springfield sem perceber que ele não era dali.
por > http://revistatpm.uol.com.br/blogs/euliatulias
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Eu gosto de quem facilita as coisas. De quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas. Eu sou feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada. O que me faz feliz é leve e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim.
Eu quero andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas. É uma forma de trocar energia, de dizer: você não se enganou, eu estou aqui. Porque por mais que os obstáculos nos desafiem o que realmente permanece, costuma vir de quem não tem medo de ficar.
Fernanda Gaona
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